sexta-feira, 8 de julho de 2016

O PODER DA PALAVRA DE DEUS


PARTE  07, de 12

O Poder da Palavra edifica a Igreja a qual é formada pelos membros do corpo de Cristo

    Vivemos numa época em que a verdade está sendo anunciada, e os pecados de fraude, roubo e corrupção estão sendo denunciados por pessoas que não têm medo de sofrer perseguição, e com muita ousadia e coragem alguns têm levado a igreja refletir sobre os seus graves erros, e ela está tendo a oportunidade de se arrepender e se lavar, de ser purificada de suas imundícias, e de ser santificada. Aqueles que deviam representar a Igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável, estão sendo admoestados por não honrar o nome do Deus vivo e de Cristo o qual é o Noivo e a Cabeça da Igreja.  
O caráter daqueles que deviam representar o "povo evangélico" está sendo questionado, não apenas por incrédulos que zombam da Palavra de Deus, mas por membros que fazem parte da Igreja. A ideia de "Igreja" é coletivo: abrange um grande número de pessoas, multidões que seguem Jesus Cristo. 
Não existe igreja sem "membros" e não existe membros de um corpo vivo sem "cabeça", Cristo é a Cabeça da Igreja! 
O nascimento da Igreja aconteceu a partir da "Nova Aliança" com Cristo. O trabalho  começou com ajuda dos discípulos os quais edificaram a Igreja na Rocha que é Cristo. Estes formaram uma comunidade de cristãos que andavam de casa em casa anunciando o Evangelho. Os novos convertidos que o SENHOR acrescentava diariamente construíram a Igreja que é o Templo do Espírito Santo. Ou seja, eles ganhavam almas diariamente!

"Os que aceitaram a mensagem foram batizados, e naquele dia houve um acréscimo de cerca de trés mil pessoas... E o SENHOR lhes acrescentava diariamente os que iam sendo salvos" (At  2: 41, 47).

O Corpo de Cristo faz o que o Filho de Deus fazia quando viveu aqui na terra.

O objetivo principal da  Igreja após cumprir com zelo e temor a sua missão na terra é de glorificar a Deus e prestar-lhe verdadeira adoração em espírito e em verdade.

"Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus"( I Co 10: 31).

"No entanto, está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai  em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura. Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem  em espirito e em verdade" (Jo 4: 23).

A verdadeira Igreja é formada por um povo exclusivo de Deus, estas pessoas escolhidas se encontram em todas as denominações que anunciam a verdade do Evangelho,  os quais atenderão o chamado de anunciar as grandezas de Cristo, estes receberam a misericórdia de Deus. Ler I Pe 2: 9,10.


 “Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão” (Dn. 12: 10). 

“O temor do Senhor é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino” (Pv. 1: 7).

“Quem tem ouvido ouça o que o Espírito diz às Igrejas!” (Ap. 3: 22).



quarta-feira, 11 de maio de 2016

O PODER DA PALAVRA DE DEUS


PARTE 05, de 12

“No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus e era Deus... Nele estava a vida, e esta era a luz dos homens...” (Jo. 1: 1 a 4).

Quem é “Aqueleque é a Palavra e estava com Deus desde o principio?  
Jesus Cristo. 
Sendo a própria Palavra, a qual é chamada de “a Verdade”, ele pode entrar na mente e no coração, ou na vida dos filhos que foram provados e aprovados por Deus.
Contudo, Jesus Cristo não invade a privacidade dos filhos de Deus, ele bate antes de entrar:

“Eis que estou à porta e bato...” (Ap. 3: 20).

O propósito de João era fazer entender que Jesus é o verdadeiro Messias que Deus prometeu enviar para salvar a humanidade, e que aquele que crê no Seu Evangelho recebe Vida Eterna.

“Sabemos que somos de Deus... Sabemos também que o Filho de Deus veio e nos deu entendimento, para que conheçamos aquele que é Verdadeiro. E nós estamos naquele que é Verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo” (I Jo. 5: 19, 20).

Aquele que é Justo, Santo e Verdadeiro sabe quem são os que aprenderam manejar bem a verdade, estes guardaram a Sua Palavra no coração puro. 

“Visto que você guardou a minha Palavra de exortação à perseverança, Eu também o guardarei na hora da provação que está para vir sobre todo o mundo, para por à prova os que habitam na terra” (Ap. 3: 10).

O Filho amado veio e nos deu entendimento da Palavra, mas para conhecermos o verdadeiro Deus e herdarmos a vida eterna temos que ter cuidado para não sermos influenciados pelos ensinamentos de falsos profetas, adoradores de ídolos inúteis. 
Em quem temos confiado e a quem temos entregado a nossa vida?

“Meus filhinhos, cuidado com os falsos deuses (guardem-se dos ídolos)!” (I Jo. 5: 21).

A Palavra que lemos hoje, e entendemos com a ajuda do Espírito Santo, está firmada nos céus para sempre, ou seja, ela é um tesouro que está guardado no Reino dos céus e não na vida terrena.

“A tua Palavra, SENHOR, para sempre está firmada nos céus,... (Sl. 119: 89).

A Palavra é o tesouro do Reino de Deus que pode ser guardado na mente e no coração daquele que crê em Jesus Cristo como único SENHOR e Salvador.
Desde o princípio a Palavra está firmada no alto, e é do céu que vem a sabedoria e o entendimento espiritual, por isso, o apostolo Paulo diz:  

Mantenham o pensamento nas coisas do alto e não nas coisas terrenas” (Cl. 3: 2).
    
Por qual motivo o filho obedece ao Pai que está no céu: Por amar a sua Palavra, ou, por querer poder político, comercial e religioso?
Os gananciosos obedecem por interesse próprio, fazem qualquer sacrifício por vaidade. Também tem os que obedecem por fraqueza, covardia, falta de conhecimento espiritual, pavor de perder um salário mínimo, ou de ser atacado pelas pragas pronunciadas em Deuteronômio 28:15 -68, ou seja, obedecem cegamente e praticam relaxadamente por medo de sofrer a conseqüência da desobediência.
Ora, os mandamentos de Jesus Cristo não podem ser praticados por imposição religiosa, ou, por ter receio da alma ser lançado no inferno. O filho de Deus obedece voluntariamente, e não por medo. Ele obedece livremente por amor à Palavra, por querer fazer a vontade do Pai, como Jesus fez por amor ao Pai.

“Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus,...” (Fp. 2: 5 a 8).

O filho que nasceu do Espírito obedece para que o propósito do Pai de salvar a humanidade se cumpra no tempo determinado.
Os filhos amados guardam e praticam o mandamento que Jesus deixou, e são eles que ensinam os outros amar e guardar a Palavra.
O amor à Palavra de Deus nunca perecerá!

“O amor é eterno. Existem mensagens espirituais, porém elas durarão pouco. Existe o dom de falar em línguas estranhas, mas acabará logo. Existe o conhecimento, mas também terminará” (I Co.13: 8).

Todo aquele que praticar o que Jesus ensinou, e ensinar os seus  mandamentos será chamado GRANDE no Reino dos céus.
Ou seja, os pacificadores que nasceram de novo guardam a coroa da vida, estes receberão grande galardão, são dignos de honra ao entrarem no Reino dos céus, pois serão chamados filhos de Deus!

“Vendo a multidão, Jesus subiu ao monte e se assentou. Seus discípulos aproximaram-se dele, e Ele começou a ensiná-los, dizendo:  
“... Bem aventurado os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus...” (Mt. 5: 9).
“Quando Ele desceu do monte, grande multidão o seguiu...” (Mt. 8: 1).

A vontade de Deus não é para ser praticada na base da opressão.
Aqueles que obedecem a uma doutrina religiosa, ou, a Lei de Moisés na base da obrigação, ou, por medo de viver na escravidão, precisam aprender amar a Palavra. Na verdade, estes não obedecem porque não sabem amar a Deus de todo o coração, de toda a alma e de todo o entendimento, e nem entendem qual é o mandamento de Jesus Cristo.

Qual é o mandamento que o Filho amado de Deus deixou?

“O meu mandamento é este: Amem uns aos outros como Eu vos amei...” (Jo.15: 12).

Jesus não exige obediência como os senhores rigorosos e cruéis exigiam obediência dos seus escravos. Jesus quer ter relacionamento de amigo consolador, que é mais fiel que um irmão, quer sentar junto, com tempo para ensinar tudo o que o Pai lhe revelou. Foi o que Jesus fez com Maria, irmã de Marta:

“Maria, a sua irmã, sentou-se aos pés do SENHOR e ficou ouvindo o que Ele ensinava” (Lc. 10: 39).

O escravo não senta aos pés do seu senhor, na verdade, a sua família não se assenta à mesa com o seu senhor,  ele mesmo nem conhece o seu senhor, não sabe o que ele diz e faz, mas o filho conhece o Pai e tem um relacionamento íntimo e saudável com Ele. Jesus não chama os filhos de Deus de “servos”, mas de “amigos”.

“Já não os chamo servos, porque o servo não sabe o que o seu senhor faz. Em vez disso, Eu os tenho chamado amigos, porque tudo o que ouvi do meu Pai Eu lhes tornei conhecido” (Jo. 15: 15).

Mas como que uma pessoa pode aprender com Jesus, se ela está preocupada com muitos serviços desta vida terrena? Foi o caso de Marta, irmã de Maria:
Respondeu o SENHOR: “Marta! Marta! Você está preocupada e inquieta com muitas coisas. Todavia uma só é necessária. Maria escolheu a boa parte, e esta nunca lhe será tirada” (Lc. 10: 41, 42).
O amor à Palavra é um tesouro que permanece para sempre!
Quem obedece a Palavra, obedece quem?
Obedece Jesus Cristo!
Ele é a Palavra, ou, o Verbo que veio do Pai, e todos viram a sua glória. A Palavra se fez carne e viveu entre nós cheio de graça e verdade.

“Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos” (Jo. 14: 15).

Quem obedece aos mandamentos de Cristo permanece no Seu amor, assim como ele obedeceu aos mandamentos do Pai e permaneceu no Seu amor.

“Este é o meu mandamento: Amem-se uns aos outros” (Jo. 15: 17).

Amar é ensinar os outros através do Espírito Santo com toda a sabedoria que vem do alto.

“Habite ricamente em vocês a Palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda sabedoria,...” (Cl. 3: 16).

Jesus deixou bem claro que a obediência está alicerçada no amor à Palavra do Pai. Ninguém é abençoado por fazer muitas coisas ou grandes sacrifícios para ganhar o favor de Deus. Deus odeia bajuladores interesseiros que correm atrás das coisas desta vida terrena.

“Vocês são filhos queridos de Deus e por isso devem ser como Ele. Que a vida de vocês sejam dominada pelo amor, assim como Cristo nos amou e deu a sua vida por nós,...” (Ef. 5: 2).

Quando o amor é verdadeiro Deus ensina e concede conhecimento da Sua Palavra, revela Sua mensagem de esperança, e derrama a alegria da salvação, e com ela vêm todas as bênçãos do Reino dos céus.
Isto é, Jesus quer que seja feita a vontade de Deus, assim na terra como no céu!
Os mandamentos da Nova Aliança não são pesados, porque Jesus enviou o Espírito Santo para ajudar os filhos de Deus manejar a Palavra. O Consolador não veio para exigir penitências e holocaustos, nem sacrifício, o preço da salvação já foi pago na cruz com o sangue precioso de Jesus Cristo.
Obedecer não é apenas ler a Bíblia e praticar os mandamentos da antiga aliança com fingimento ou fraudulentamente. É  preciso ser chamado, provado, aprovado e escolhido por Deus.
As pessoas que não amam ao Pai, nem e ao próximo como Jesus amou, enganam-se a si mesmas.

“Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos...” (Tg. 1: 22).

Os filhos nascidos do Espírito obedecem de acordo com a vontade do Pai. Essa obediência trás liberdade e refrigério para a alma cansada, ela é o jugo suave e o fardo leve que aliviou o sofrimento daqueles que estavam sendo tratados como animais irracionais por viverem na escravidão da lei do judaísmo farisaico, sabemos que estes opressores rejeitaram o Filho de Deus.

“Aquele que é a palavra veio para o seu próprio país, mas o seu povo não o recebeu” (Jo. 1: 11).

“Sabemos também que o filho de Deus veio e nos deu entendimento, para que conheçamos aquele que é Verdadeiro. E nós estamos naquele que é Verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo...” (I Jo. 5: 20).

A Palavra trás esperança e salvação, mas ela também trás condenação e julgamento de Deus contra os que vivem na religiosidade.

AMÓS

Amós proclamou a Palavra com amor, ousadia e coragem, e através dele o SENHOR Deus falou alto, Sua voz parecia um trovão. Amós era natural da cidade de Tecoa, que ficava uns 16 Km ao sul de Jerusalém, junto ao deserto da Judeia. (Am. 1: 1, 2). 
Ouve confronto entre ele e o sacerdote Amazias, este lhe ordenou: “Vá embora, vidente! Vá profetizar em Judá; vá ganhar lá o seu pão. Não profetize mais em Betel, porque este é o santuário do rei e o templo do reino
Amos respondeu a Amazias: “Eu não sou profeta, nem pertenço a nenhum grupo de profetas, apenas cuido do gado e faço colheitas de figos silvestres. Mas o SENHOR me tirou do serviço junto ao rebanho e me disse:  “Vá, profetize a Israel, o meu povo” (Am. 7: 12-17).
Amós profetizou durante os reinados de Uzias, de Judá, e Jeroboão II de Israel.
O sistema administrativo adotado por Jeroboão II provocou a concentração de renda nas mãos de poucos privilegiados com o conseqüente empobrecimento da maioria da população. Amós denunciava essa situação e a sua mensagem anunciava o fim do reino de Israel, isso incomodou Amazias o sacerdote de Betel e ameaçava o reino de Joroboão II, Deus estava sacudindo o povo, estes já se consideravam salvos, mas na prática eram pior do que os pagãos.
Amazias expulsou Amós e mandou que ele parasse de profetizar em Betel.
A Palavra era de condenação e julgamento de Deus contra os que viviam na religiosidade. Amós confrontou as nações, incluindo Israel, e a sua mensagem confirmava que havia crimes contra a humanidade. Os líderes religiosos eram amigos de ladrões, eles dominavam o povo espiritualmente ignorante, a segurança política e econômica favorecia apenas grandes comerciantes corruptos, os juízes julgavam de acordo com o dinheiro que recebiam dos subornos, e o povo sustentava estes ladrões por meio de injustiça social e escravidão. O resultado de tanta opressão refletia na vida do povo, e os mais fracos estavam perecendo na miséria. Contudo, o profeta trazia a promessa de restauração, livramento, prosperidade e salvação.
A mensagem do profeta Amós alertava o povo “escolhido de Deus”, se não se arrependessem Ele tomaria a decisão de destruí-los.
A mesma mensagem está sendo anunciada hoje, o Evangelho alerta a Igreja cristã atual do perigo da religiosidade. O povo está perecendo com os mesmos problemas, mas nem mesmo os próprios cristãos conseguem entender o plano de Deus, muitos diziam: “como pode um povo que foi chamado para fazer a diferença, ser reprovado e repentinamente destruído?         
Estes precisam saber que o juízo começa pela casa de Deus, e que nem todos os que foram chamados serão escolhidos, muitos dos que foram chamados serão destruídos.
A Igreja tem que ficar preparada para a Batalha Espiritual, porque alguns que estão no poder e vivem na religiosidade serão os primeiros a se levantar contra os mensageiros que anunciam a verdade. Sendo assim, quem se levantará com o mesmo amor, e a mesma coragem, ousadia e humildade de Jesus Cristo para anunciar o Juízo final contra os lobos vestidos de ovelhas?
Quem será capaz de denunciar o pecado, confrontar a mentira e defender a causa dos injustiçados com íntima compaixão dos oprimidos que ainda não entenderam a mensagem do Evangelho?
Os mensageiros de Deus foram chamados para confrontar o engano da religiosidade com a mesma coragem de Amós, e outros servos que foram chamados e escolhidos por Deus, os quais enfrentaram a morte, mas não deixaram de falar o que Ele mandou falar.
Hoje, os pobres do mundo inteiro aumentaram muito em número. Milhões se dirigem às cidades como imigrantes, esperando conseguir melhoria de vida e/ou liberdade política. Para muitos, a vida se transforma numa existência miserável em favelas abandonadas que não param de aumentar. Milhares de trabalhadores de países pobres correm a face da terra. Deslocado sem termos sociais e culturais, muitas vezes trabalhando em condições impróprias. Em todo o mundo mulheres e crianças ainda são oprimidas. Os velhos doentes e fracos são deixados para trás. Igualmente, em nossos dias uma grande parcela da humanidade é oprimida, não apenas pelos seus vizinhos e por governantes corruptos, mas também pelas mãos invisíveis das poderosas elites do país em que vivem e de todo o mundo.                                                           
“O SENHOR viu isso e desaprovou o não haver justiça. Viu que não havia ajudador algum e maravilhou-se de que não houvesse um intercessor”(Is. 59:16).

O fato de não haver Intercessor foi um grande desafio para Isaías e para todos os profetas fiéis antes e depois dele..., o desafio de ser um intercessor continua mais urgente do que nunca.
Pois aqueles que deveriam anunciar o Juízo e ser capazes de anunciar o Evangelho e denunciar o pecado, lamentavelmente sentem orgulho de  viver na imoralidade e não se envergonham de praticar iniquidade.

 “Como é que vocês podem estar tão orgulhosos? Pelo contrario, vocês deviam ficar muito tristes e expulsar do meio de vocês quem está fazendo uma coisa dessas” (I Co. 5: 2).

Estes que dizem ser cristãos e vivem na perversidade terão que passar pelo fogo para serem provados e aprovados.

...entreguem este homem a satanás, para que o seu espírito seja salvo no Dia do SENHOR...
...Como dizem as Sagradas Escrituras:  “ Expulsem do meio de vocês este homem imoral” (I Co. 5: 12, 13).

“Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão” (Dn. 12: 10). 

“O temor do Senhor é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino” (Pv. 1: 7).

“Quem tem ouvido ouça o que o Espírito diz às Igrejas!” (Ap. 3: 22).


segunda-feira, 11 de abril de 2016

O PODER DA PALAVRA DE DEUS - Parte 4, de 12


Por Jonas Ayres

                                       

No lugar do estudo do  mês de abril tomei a liberdade de postar este texto que, no meu ponto de vista, coopera para o bem e edificação espiritual daqueles que amam a Palavra de Deus. Veja abaixo:

Por durante quarenta dias, Jesus se absteve de comida material para que pudesse desfrutar ainda mais do banquete espiritual do Pai Celeste. Então, quando já estava pleno de recursos espirituais, e fortalecido, Deus Pai permite que o Maligno venha até ele com três grandes tentações – tentações estas que Jesus certamente já havia enfrentado mais de uma vez e que iria ter que enfrentar novamente ao longo de seu ministério terrestre. Entretanto, estas não foram somente tentações a nível individual; eram tentações que dariam a Jesus acesso às três instituições poderosas de seus dias – a econômica, a religiosa e a política.


A primeira tentação e a Tentação Econômica que consistia em fazer com que Jesus transformasse pedras em pães (Mt 4:1-4). O objetivo ia além de saciar sua fome; a tentação era fazer com que Jesus se tornasse uma espécie de padeiro milagroso que proveria “pão” para as massas sempre que esta a desejasse no futuro próximo. Mas Jesus sabiamente rejeitou a ideia de viver somente de pão. “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que vem da boca de Deus” (Mt. 4:4). Jesus reitera isso também no Evangelho de João, onde deixa claro que devemos trabalhar por outro tipo de alimento (Jo 6:26-27).

A segunda tentação e a Tentação Religiosa que consistia em fazer com que Jesus pulasse do pináculo do templo e, ao ser carregado por anjos em queda livre até o solo, tomasse posse da liderança religiosa de sua época, um verdadeiro espetáculo tipo “Cirque du Soleil”. Recebendo assim, uma espécie de aprovação divina publica dentro dos limites sagrados do templo que certamente lhe garantiriam o apoio unanime da hierarquia sacerdotal. Mas Jesus discerniu a tentação e confrontou a corrupção de forma direta a religião institucionalizada – não somente no deserto como ao longo de seu ministério, não que fosse contra a instituição, nem ao templo, pois foi o próprio SENHOR que os institui, mas sempre que ela se tornou idólatra ou oprimia a seus seguidores com doutrinas e fardos de homens Ele denunciava. Jesus estava consciente de todos os erros religiosos de seu tempo e os confrontou, assim também devemos fazê-lo (Mateus 23:13-36).

A terceira e última tentação foi a Tentação Política, era a promessa de obter “todos os reinos do mundo e sua gloria e fama” em troca da alma de Jesus (Mat. 4:8-10). Esta tentação representava a possibilidade de um poder político a nível global – não apenas por meio da força de exercito de sua época, mas também por meio da fama e prestígio de se sentar no trono mais alto em influência e status do mundo. Ser um “George Busch” em sua época.

Esta tentação viria ao encontro das perspectivas messiânicas daqueles dias, por um Salvador que derrubaria a opressão política dos romanos com seus altíssimos tributos. Mas Jesus sabia que subjugar e oprimir não são a maneira de Deus no Novo Testamento. Ele rejeitou as três Tentações porque planejava demonstrar um novo tipo de poder, uma nova maneira de liderar. Servir, sofrer, morrer – estas eram as formas messiânicas de poder que Jesus se utilizava.

Jesus Cristo rechaçou a esperança popular judaica por um Messias que se dedicaria a alimentar os pobres, que usaria seus milagres para ganhar aceitação e que destronaria regimes opressores. Ele rejeitou as essas Três Tentações: a exploração econômica, a manipulação religiosa e a opressão política.

É curioso observar como, ao longo da história, a Igreja sempre sucumbe a pelo menos uma destas Três Tentações de tempos em tempos.

A Tentação Econômica faz com que a Igreja viva unicamente em função de atender as necessidades dos homens e o Evangelho a “La Carte”. Seu evangelho é antropocêntrico e minimalista, voltado unicamente para o bem estar do ser humano, o chamo de Hedo-evangelho (evangelho hedonista). Este evangelho se manifesta ora por meio da Teologia da Prosperidade ora pelo chamado “evangelho social”, com a diferença de que a primeira vertente transforma a Igreja em um Show Business e a segunda em uma militância social meramente humanista. Arrependimento, conversão, novo nascimento, viver em santidade e a realidade do inferno são temas raramente falados.

A Tentação Religiosa é o espírito da política eclesiástica. Líderes influenciados por este espírito deixam de lavar os pés dos santos para lamber botas de seus membros mais abastados, em busca de aceitação, prestígio e reconhecimento. Pastores que se desviam de seu chamado inicial de servir os pequeninos e se tornaram “empreendedores do reino”, não sabemos qual reino. Tornaram-se narcisistas eclesiásticos e amantes da fama. Diferentes da outra ora princesa Diana, morreriam por não serem fotografados pelos paparazzis da fé.

A Tentação Política faz com que a Igreja troque o pano de saco pelo colarinho branco, se envolvendo com os poderes deste mundo em troca de favores. Ao invés de influenciar a sociedade de baixo para cima com demonstrações simples de amor, serviço e santidade, a Igreja se vende a um partido ou ideologia política na tentativa de influenciar a sociedade de cima para baixo, por meio de poder e influência política. A história esta ai para provar que agir assim não traz resultados, o “sal não salga mais” e a sociedade esta cada vez mais paga. Para mim a igreja não pode ser apolítica, mas para se manter pura deve ser apartidária. Objetivo e a implantação do Reino, novos céus e nova terra onde se habitarão a retidão e justiça para sempre!

Que Deus nos ajude e nos livre destas Três Tentações é minha humilde oração!

http://www.pulpitocristao.com/2016/04/as-tres-grandes-tentacoes.html#more

terça-feira, 22 de março de 2016

O PODER DA PALAVRA DE DEUS


PARTE 03, de 12


“... A Palavra está perto de você; está em sua boca e em seu coração, isto é, a Palavra da fé que estamos proclamando: ...” (Romanos 10: 8, 9).

Para os que amam a Palavra e  conhecem a mensagem não é difícil fazer a vontade de Deus, pois os ensinamentos de Jesus Cristo são fáceis de entender para colocá-los em prática.

“...os mandamentos estão aqui com vocês; vocês os guardam no coração e podem recitá-los e por isso devem cumpri-los.
Hoje estou deixando que vocês escolham entre o bem e o mal, entre a vida e a morte... Eu lhes dou a oportunidade de escolherem entre a vida e a morte, entre a benção e a maldição. Escolham a vida,..” (Deuteronômio 30: 11,14,19).

A mesma Palavra anunciada para “criar” o mundo e tudo o que nele há,  foi pronunciada por Deus para “salvar” a humanidade.  

“As palavras do SENHOR são verdadeiras; tudo o que Ele fez merece confiança... Por meio da Palavra, o SENHOR fez os céus; pela Sua ordem, Ele criou o sol e as estrelas...Toda a terra tema o SENHOR; tremam diante dele todos os habitantes do mundo...O SENHOR desfaz o planos das nações e frustra os propósitos dos povos. Mas os planos do SENHOR permanecem para sempre, os propósitos do Seu coração, por todas as gerações” (Salmo 33: 4 a 11).

A Palavra de Deus tem poder para conduzir às pessoas ao caminho da vida eterna, ela mostra a verdade e aponta o pecado dos filhos rebeldes para que se arrependam, dando-lhes a oportunidade de escolher a vida; mas as palavras inúteis dos falsos profetas servem para condenar inocentes, provocar aborto espiritual, oprimir os fracos na fé e gerar morte eterna.

“Eu afirmo a vocês que, no Dia do Juízo, cada pessoa vai prestar contas de toda a palavra inútil que falou. Porque as suas palavras vão servir para julgar se você é inocente ou culpado” (Mateus 12: 36, 37).

A palavra de Deus anunciada por Jeremias serviu para mostrar a transgressão do povo de Judá, ela condenou os culpados, e deu esperança de salvação aos que se arrependeram e confiaram na Palavra do SENHOR.

“O SENHOR Deus disse: “Povo de Judá, o seu pecado está escrito como ferro pontuado; está gravado com uma ponta de diamante no seu coração e no canto dos seus altares...
O SENHOR Deus diz: “Amaldiçoarei aquele que se afasta de Mim, que confia nos outros, que confia na força de fracos seres humanos...
“Mas Eu abençoarei aquele que confia em Mim, aquele que tem fé em Mim, o SENHOR...” (Jeremias 17: 1, 5, 7).

Deus examina os pensamentos e coloca à prova os corações, Ele trata as pessoas conforme a sua maneira de viver, de acordo com o fruto que ela produz, ou a obra que faz por amor a Deus e ao próximo.

“..., e então todas as Igrejas saberão que Eu Sou aquele que conhece os pensamentos e os desejos de todos. Eu pagarei a cada um de vocês de acordo com que tiver feito” (Apocalipse 2: 23).

Todos os que buscam de todo o coração a ajuda do SENHOR por meio da Palavra terão entendimento através do Espírito Santo. A mensagem anunciada de acordo com a vontade de Deus produz fruto para a salvação. Mas é necessário OUVIR A PALAVRA, entender e praticar os ensinamentos de Cristo antes de anunciar e ensinar o povo. Quando o filho nascido do Espírito prega o amor à Palavra e coloca em prática, o povo quer aprender mais, as pessoas insistem que ele volte falar do assunto que trata das coisas do Reino de Deus.

“Quando Paulo e Barnabé estavam saindo da reunião, as pessoas pediram com insistência que eles voltassem no sábado seguinte a fim de falarem sobre o mesmo assunto... No sábado seguinte quase todos os moradores da cidade foram ouvir a palavra do SENHOR ...” (Atos 13: 42 a 52).

A Palavra tem poder para fazer com que povos de todas as nações do mundo recebam a benção do Reino de Deus, nela está o Espírito que dá capacidade para crer, e com essa graça as pessoas podem tomar posse da vida eterna.

“Essa boa noticia que vocês receberam está trazendo muitas bênçãos e vai se espalhando pelo mundo inteiro. E foi isso mesmo que aconteceu com vocês, desde o dia em que pela primeira vez ouviram falar a respeito da graça de Deus e a conhecerem de verdade” (Colossenses 1: 5, 6).

Paulo OUVIU os ensinamentos de Jesus e PRATICOU o que aprendeu, por isso deixou um grande exemplo de vida para todos os que receberam e creram na Palavra.

“O ensinamento verdadeiro e que deve ser crido e aceito de todo o coração é este: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior. Mas foi por esse mesmo motivo que Deus teve misericórdia de mim, para que Cristo Jesus pudesse mostrar toda a Sua paciência comigo. E isso fica como exemplo para todos os que, no futuro, vão crer nele e receber a vida eterna” (I Timóteo 1: 15, 16).
“Sigam o meu exemplo como eu sigo o exemplo de Cristo” (I Coríntios 11: 1).

Deus revela a verdade e a Sua Palavra age com poder para derrubar o império religioso opressor o qual esmaga a cana quebrada. Jesus pôs o Seu Espírito sobre os filhos de Deus; estes escolhidos levarão a mensagem de Deus com toda dedicação e farão a Sua vontade. Não se cansarão nem desanimarão de anunciar a Palavra até que todos aceitem os ensinamentos do Evangelho para serem salvos.

“Ó Pai, SENHOR do céu e da terra, Eu te agradeço por ter mostrado às pessoas sem instrução aquilo que escondeste dos sábios e dos instruídos! Sim, ó Pai, Tu tiveste prazer em fazer isso” (Mateus 11: 25).

O próprio Jesus enviou o Consolador e abriu os olhos dos que estavam espiritualmente cegos, e os seus escolhidos seguem felizes semeando o conhecimento da Sua Palavra, acendendo a luz da verdade e da justiça na vida dos que estão espiritualmente nas trevas.

“Mas vocês, como são felizes! Pois os seus olhos vêem, e os seus ouvidos ouvem. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: muitos profetas e muitas outras pessoas do povo de Deus gostariam de ver o que vocês estão vendo, mas não puderam; e gostariam de ouvir o que vocês estão ouvindo, mas não ouvirão” (Mateus 13: 16, 17).

Quem crer na Palavra do Evangelho, acreditar na ressurreição dos mortos e confessar que Jesus Cristo é o único SENHOR e Salvador, e continuar na presença do Pai, jamais ficará decepcionado, e não terá seu nome escrito no pó, nem será envergonhado diante de seus inimigos.

Se você disser com sua boca: “Jesus é o SENHOR” e no seu coração crer que Deus ressuscitou Jesus, você será salvo. Porque nós cremos com o coração e somos aceitos por Deus; falamos com a boca e assim somos salvos. Porque as Escrituras Sagradas dizem: “Quem crer Nele não ficará desiludido. Isso vale para todos,... Como dizem as Escrituras Sagradas: “Todos os que pedem a ajuda do SENHOR serão salvos.” (Romanos 10: 9 a 13).

As pessoas vivem desiludidas porque têm buscado ajuda do ser humano, ou de uma liderança deformada, servem a religiosidade, assim permanecem espiritualmente fracas e não se convertem de verdade. A Igreja muitas vezes deixa de falar a verdade e não pode salvar a alma dessas pessoas, não vê o estado espiritual delas, nem clama para que sejam cheias de conhecimento da vontade de Deus para viver como o SENHOR quer.

“Por esse motivo, desde o dia em que ficamos sabendo de tudo isso, nunca paramos de orar em favor de vocês. Pedindo a Deus que encha vocês com o conhecimento da Sua vontade e com toda a sabedoria e compreensão que o Espírito de Deus dá” (Colossenses 1: 9).

Orar não é apenas exigir que Deus faça alguma coisa que não é da Sua vontade, mas é ter relacionamento íntimo e pessoal com Ele. Quando a pessoa ora segundo a vontade do Pai e tira tempo para ouvir a Sua  Palavra, Ele responde e manda uma mensagem poderosa.

“Não é a minha Palavra como fogo, pergunta o SENHOR,  “e, como martelo que despedaça a rocha? 
 “Portanto”, declara o SENHOR, “estou contra os profetas que roubam uns dos outros as minhas palavras ... e eles não trazem beneficio algum a este povo” declara o SENHOR (Jeremias 23: 29 a 32).

Elias orou e pediu uma resposta dos céus, Deus respondeu com fogo, e o povo gritou: O SENHOR é Deus! Só o SENHOR é Deus!  Ler I Reis 18: 36 a 39.
Deus pode dar para os seus filhos porção dobrada do Seu Espírito: duas vezes mais poder do que os profetas do passado receberam.

ELIAS

Elias foi um forte defensor do verdadeiro Deus em Israel, ele serviu o único SENHOR que deve ser servido e adorado com reverencia, coragem e temor. Elias profetizou durante o reinado do rei Acabe. O livro dos reis começa falar do profeta quando ele já está grande. A sua historia é contada a partir do capítulo 17 de I Reis. Elias surgiu em um período critico, Israel estava sendo governado por reis maus, corruptos e idólatras. Onri, pai de Acabe, fez o que era mau aos olhos do SENHOR:  “...Onri, porém, fez o que o SENHOR reprova e pecou mais do que todos os que reinaram antes dele" (I Reis 16: 25). Quando Onre morreu, em seu lugar reinou seu filho Acabe, este fez pior do que todos os reis que lhe antecederam. Acabe se casou com Jezabel, essa mulher trouxe força política, benefícios comerciais, opressão e divisão religiosa. Foi um período marcado por abuso de poder, crimes, extrema miséria, corrupção e apostasia. Um exemplo foi o que ela fez com Nabote quando este não concordou em vender o terreno com a plantação de uvas a seu marido Acabe. Depois que ela mandou matar Nabote, Elias profetizou contra a família de Acabe, falou o que Deus mandou dizer, e a profecia se cumpriu após a morte de Acabe, a desgraça caiu sobre a família conforme Elias havia profetizado. Jezabel é morta, e as cabeças dos setenta príncipes filhos de Acabe foram colocadas em cestos e lançadas nos portões da cidade de Jezabel, também morreram todos os parentes de acabe e todas as autoridades do seu governo, amigos íntimos e sacerdotes. Não escapou nenhum deles. Tudo isso provou que a palavra do SENHOR não volta atrás, aquilo que prometeu por meio do seu servo Elias aconteceu (I Reis 21: 1 a 29; e, II Reis 9: 30 a 37; e, 10: 7 a 11).
Em meio ao crime moral, social e espiritual, Deus pôde contar com a coragem de Elias para ser Seu porta-voz, e ele obedeceu mesmo colocando a sua vida em risco.  A Palavra mostra que Deus é fiel para suprir todas as necessidades de Seu povo, e ensina a lição de um verdadeiro profeta. O ministério de Elias foi marcado por profecias que se cumpriram, grandes milagres, desafios e muitas experiências com Deus. Ele teve os cuidados de Deus de varias formas, entre elas, através de uma viúva estrangeira que não tinha ninguém que tomasse conta dela, da qual nada se podia esperar, esta vivia em Sarepta, perto de Sidom, um território considerado de baal. Aquela viúva alimentou Elias, por meio da fé de Elias e daquela viúva Deus mostrou que cuida dos mais pobres entre os pobres. Para alimentar os que perecem de fome, Deus conta com a fé pura de líderes que são responsáveis pelo povo. Os líderes de Israel mataram os profetas de Deus, e a fome reinava naquela terra:  
“...,havia muitas viúvas em Israel no tempo do profeta Elias,...Porém Deus não enviou Elias a nenhuma das viúvas que viviam em Israel,...” (Mateus 4: 25, 26).
A mensagem sobre a vida de Elias serve para desperta os cristãos que temem a Deus e desejam usar a Palavra para ajudar salvar os filhos que ainda não se arrependeram, e que estes possam pedir perdão a Deus para entrar com seus pais e irmãos no Reino dos céus. O próprio SENHOR Jesus fará com que os pais e filhos façam as pazes para que ele venha e todos sejam levados para a sua glória junto com os salvos.

“..., para vocês que me temem, a minha salvação brilhará como o sol, trazendo vida nos seus raios...” (Malaquias 4: 2).

Elias ficou conhecido como o maior de todos os profetas. Porém, no monte da transfiguração Deus deixa claro que seu Filho Jesus é MAIOR. Elias e Moisés representavam a Lei e os profetas, entretanto uma voz que veio do céu disse: “Este é o meu Filho querido, que me dá alegria. Escutem o que Ele diz! (Mateus 17 :1 a 5).
Essa mensagem mostra claramente que a Lei e os profetas devem dar lugar ao mandamento de Jesus. Cristo é a Verdade e ele mesmo selou a nova aliança com sangue, a qual é revelada por meio da Sua Palavra. Com o poder da Palavra é possível confrontar os falsos profetas. Elias desafiou os profetas de baal no monte Carmelo, e propôs um teste para provar quem servia o Deus verdadeiro, ou que Deus deve ser seguido. Inicialmente os falsos profetas invocaram a baal, porém em vão. Enquanto  insistiram em orar a baal, Elias zomba deles. Chega a vez de Elias, ele restaura o altar, coloca mais água, e ora uma única vez ao verdadeiro Deus, e o Todo-Poderoso envia fogo do céu para consumir tudo que havia no altar. Os profetas de Jezabel morreram, e ao ser informada da morte de seus profetas, Jezabel faz um voto de matar Elias. Ele foge de medo, ora e pede para morrer. Deus sustenta Elias e mostra que este não tem mais trabalho a fazer como profeta, e que ele não é o único adorador do verdadeiro Deus de Israel, ainda havia 7.000 que não se curvaram a baal. Elias profetiza a morte de Acabe, e anuncia o mesmo fim para Jezabel,e a profecia se cumpre.
A Palavra de Deus é fogo consumidor. Sua mensagem é como uma marreta que quebra grandes pedras.

ELISEU

Eliseu substituiu o profeta Elias, ler II Reis 2: 9 a 13. Eliseu foi líder dos filhos dos profetas no reino de Israel, por cerca de cinqüenta anos, desde o inicio ele sabia das coisas terríveis que o rei da Síria iria fazer contra o povo de Israel, seu ministério começou a partir do inicio do reinado de homens que cometeram iniquidades, rei que seguiram os maus caminhos de Acabe. Ler II Reis 8: 12 a18.
O profeta Eliseu não deixou nada escrito, mas os seus feitos estão registrados nos dois livros dos reis. Do lugar do seu nascimento, da sua linhagem, e da sua idade e quando foi convocado para o serviço de Deus nada sabemos. Mas temos informações  suficiente para saber que Eliseu era de uma família temente a Deus e trabalhava na fazenda de seu pai, Safate. Elias encontrou o jovem Eliseu lavrando com doze juntas de bois. Elias passou por ele e lançou o seu manto. Era um gesto simbólico, e Eliseu entendeu o plano de Deus. Sua submissão foi imediata: correu após Elias. Sem discutir condições, pedindo apenas oportunidade para despedir-se se seus pais, o que Elias lhe concedeu.
Eliseu foi chamado, mas ainda não estava preparado, era necessário tempo para a aprendizagem e durante sete ou oito anos Eliseu foi assistente de Elias, prazo que houve silêncio entre os dois nas crônicas bíblicas. 

O relacionamento de Eliseu com Elias era de servo fiel, humilde e submisso, fato que convenceu Jeosafá a ir procurá-lo para resolver um problema sério. Ler II Reis 3: 11,12.

Há também uma referencia a ele no Novo Testamento. Jesus falou a respeito de Eliseu para confrontar a maldade dos líderes de Israel, os quais mataram os verdadeiros profetas, eles viviam na sinagoga, mas entre eles havia pessoas enfermas e muitos leprosos, nenhum deles foram curados, no entanto, Eliseu teve parte na cura de Naamã. Ler Lucas 4: 27, 28.
A mensagem sobre o chamado de Eliseu pode ensinar a Igreja não desprezar o discipulado, como se fosse algo desnecessário, um período de aprendizagem para os que são chamados para o trabalho do SENHOR pode evitar que aconteça problemas de relacionamento no corpo de Cristo que é a Igreja. O ensino é de extrema importância para o obreiro ser aprovado, que deseja saber como se tornar um servo humilde e submisso a Deus, respeitar superiores que têm a honra que Elias tinha, e anunciar a palavra de Deus sem ter do que se envergonhar. Quando Elias perguntou a Eliseu o que ele gostaria de receber dele, a resposta foi imediata, disse que desejava que Elias lhe concedesse porção dobrada do seu Espírito. A herança de Elias seria de ordem espiritual. Elias fez oito milagres, Eliseu fez o dobro, dezessete. Jesus também deseja que sua Igreja colha o dobro dos frutos que ele colheu quando andou aqui na terra, e faça o dobro das obras que Ele fez.
Eliseu viu Elias ser levado ao céu num redemoinho.

Um dia todos verão a Igreja de Cristo subir ao encontro do noivo, Jesus Cristo.  
Jesus virá para buscar a Sua Igreja, todos os que guardaram a Sua Palavra serão protegidos debaixo das asas de Deus no dia do juízo final. 

Venho em breve! retenha o que você tem, para que ninguém tome a sua coroa” ( Apocalipse 3: 11).

“Aquele que dá testemunho destas coisas diz: “Sim, venho em breve!...”
 (Apocalipse 22: 20, 21).

Os sábios que são humildes para ouvir gravam a Palavra na mente e escrevem os ensinamentos de Jesus na tabua do coração, estes com Espírito de temor entenderão os propósitos de Deus.

“Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão” (Daniel 12: 10). 

“O temor do Senhor é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino” (Provérbios 1: 7).

“Quem tem ouvido ouça o que o Espírito diz às Igrejas!” (Apocalipse 3: 22).